quarta-feira, 27 de abril de 2011
Esporte
Alckmin responde e promete obras para estádio "em breve"
O governador Geraldo Alckmin não concorda com as críticas do ministro do esporte, Orlando Silva, que disse neste domingo que São Paulo não está cumprindo as determinações da Fifa na briga para receber a abertura da Copa do Mundo de 2014. Alckmin assegura que as obras no futuro estádio do Corinthians, em Itaquera, só dependem da liberação do terreno pelo Ministério Público.
"A parte do governo do Estado, que são as obras para o polo institucional da zona leste, já foi assinada e os recursos estão liberados. Agora é necessário resolver apenas a questão do terreno, e a informação que eu tenho é que está para ser solucionado nos próximos dias com o Ministério Público", declarou o governador, nesta segunda-feira, em evento de apresentação da Secretaria Especial de Articulação para a Copa, coordenada por Gilmar Tadeu Ribeiro Alves (PC do B).
Além das pendências que tem com o MP, o Corinthians precisa extrair oleodutos da Petrobras que passam por baixo do local onde ficará o estádio, o que não preocupa Alckmin.
"O caminho é que a abertura seja no estádio do Corinthians. Acredito que teremos condições de oferecer as melhores condições também para o congresso da Fifa e para o encontro internacional de mídia", acrescentou.
Confederações
O Corinthians acredita que seu estádio não ficará pronto a tempo de ser utilizado na Copa das Confederações, em 2013. A competição é tida pela Fifa como um "ensaio geral" para o Mundial no ano seguinte e a utilização de outra arena seria muito mal vista pela entidade. O prefeito Gilberto Kassab, no entanto, acredita que o quadro ainda pode ser revertido. "Temos que esperar o início das obras, mas ainda é possível que (a Copa das Confederações) seja realizada no estádio do Corinthians. Seria muito positivo. Mas temos que aguardar para termos a certeza do calendário", disse o político, que seguiu a mesma linha de Alckmin e mostrou-se confiante quanto ao cumprimento das exigências.
"A parte do governo do Estado, que são as obras para o polo institucional da zona leste, já foi assinada e os recursos estão liberados. Agora é necessário resolver apenas a questão do terreno, e a informação que eu tenho é que está para ser solucionado nos próximos dias com o Ministério Público", declarou o governador, nesta segunda-feira, em evento de apresentação da Secretaria Especial de Articulação para a Copa, coordenada por Gilmar Tadeu Ribeiro Alves (PC do B).
Além das pendências que tem com o MP, o Corinthians precisa extrair oleodutos da Petrobras que passam por baixo do local onde ficará o estádio, o que não preocupa Alckmin.
"O caminho é que a abertura seja no estádio do Corinthians. Acredito que teremos condições de oferecer as melhores condições também para o congresso da Fifa e para o encontro internacional de mídia", acrescentou.
Confederações
O Corinthians acredita que seu estádio não ficará pronto a tempo de ser utilizado na Copa das Confederações, em 2013. A competição é tida pela Fifa como um "ensaio geral" para o Mundial no ano seguinte e a utilização de outra arena seria muito mal vista pela entidade. O prefeito Gilberto Kassab, no entanto, acredita que o quadro ainda pode ser revertido. "Temos que esperar o início das obras, mas ainda é possível que (a Copa das Confederações) seja realizada no estádio do Corinthians. Seria muito positivo. Mas temos que aguardar para termos a certeza do calendário", disse o político, que seguiu a mesma linha de Alckmin e mostrou-se confiante quanto ao cumprimento das exigências.
Religiao
Ressurreição de Cristo é lembrada por católicos e evangélicos
A festa é religiosa e cada fiel comemora como prega a igreja da qual participa. Para os cristãos, a Páscoa é o triunfo da vitória sobre a morte. A ressurreição de Jesus Cristo é lembrada por católicos e evangélicos.EVANGELICOS;
Culto evangélico reúne 50 mil pessoas no RJ
Um culto evangélico reuniu milhares de fiéis pela manhã no Aterro do Flamengo, na Zona Sul do Rio. Ao contrário do caos provocado no ano passado por um evento religioso semelhante e de proporções maiores, a comemoração do 13º aniversário da Igreja Mundial do Poder de Deus não causou transtornos no trânsito da cidade. Segundo a Polícia Militar, 50 mil pessoas participaram do culto, metade do número previsto."Não houve nenhuma ocorrência, o evento se desenrolou na paz do início ao fim", disse o coronel Antônio Henrique Oliveira, comandante do 2º Batalhão da Polícia Militar.
Os 510 ônibus fretados que levaram fiéis ao culto foram encaminhados para estacionamentos demarcados pela Prefeitura no centro da cidade, como as pistas laterais da Avenida Presidente Vargas e a faixa esquerda da Avenida Rio Branco.
Além dos 94 policiais militares que fizeram a segurança do evento, foram mobilizados ainda 165 guardas municipais, 160 guardas e operadores de trânsito, 10 agentes de controle urbano, 28 reboques e 42 motos.
Segurança
Segurança Pública Especializadas vão alimentar Central de Cadastro de Presos e Detidos
Sempre que uma prisão for realizada, um perito fará a identificação do detido e incluirá impressões digitais, fotografias e assinaturas na Central de Cadastro. Segundo a superintendente da Polícia Técnico-Científica, Rejane Sena, a realização do procedimento nas especializadas vai dar agilidade aos trabalhos. “Vamos evitar deslocamentos até o Instituto de Identificação”, exemplifica.
Para o presidente da Agência do Sistema de Execução Penal, Edílson de Brito, a identificação nas delegacias vai incluir no banco de dados informações sobre pessoas que não entram, oficialmente, no sistema prisional. “Vários presos são autuados aqui (nas especializadas) e saem com alvará de soltura. Nós estamos criando aqui um espaço para a coleta de dados dos presos que não descem para a CPP mas que, futuramente, podem se envolver em alguma situação delituosa”. A inclusão destas pessoas no sistema vai dar agilidade às investigações e até evitar que homônimos sejam detidos injustamente.
O banco de dados da Central é composto por informações da Agência Goiana do Sistema de Execução Penal – AGSEP – e da Superintendência de Polícia Técnico-Científica. Ao todo, são 67 mil identificações, sendo sete mil do sistema prisional e as demais da Polícia Técnico-Científica. Os dados coletados nas especializadas irão se juntar aos já existentes e formarão um banco único, que poderá ser acessado via intranet. Policiais militares e bombeiros poderão ter acesso aos dados da Central, mas os trâmites de investigação não sofrerão mudanças, segundo o superintendente de Polícia Judiciária, delegado Álvaro Cássio. “Esse banco de dados interessa mais à polícia civil, que é a encarregada constitucionalmente de fazer a investigação”, pontua.
Ainda não há previsão de quando as demais delegacias passarão a contar com a presença de um perito papiloscopista e, com isso, poderão alimentar a Central de Cadastro de Presos e Detidos. A superintendente da SPTC, Rejane Sena, adianta, porém, que a intenção da Secretaria Nacional de Segurança Pública – Senasp - é fazer com que o procedimento se torne padrão em todo o País. Ela garantiu que a Central goiana irá fazer o compartilhamento de dados com outras centrais já existentes no país.
Mais informações: (62) 3201-1055
Saúde
como evitar a dor de cabeça ?
A primeira é um sintoma da segunda, que também pode vir acompanhada de enjoo, vômito, sensibilidade a luz e barulho.
Tossir, pisar no chão, balançar a cabeça e fazer outros exercícios físicos costumam piorar a enxaqueca. E um quinto dos pacientes vê pontos luminosos, imagens borradas e tem formigamento.
na maioria das vezes o diagnóstico é clínico e não necessita de exames complexos. Ele explicou, ainda, que muitos indivíduos só melhoram das crises depois de vomitar, mas essa não é uma saída recomendada, pois pode desencadear problemas no aparelho gastrointestinal. Não existe uma pílula milagrosa contra enxaqueca, destacou o médico. O que está disponível atualmente é um tratamento para reduzir os sintomas.
Bruxismo, ou ranger de dentes, pode eventualmente levar à dor de cabeça. E um sono de má qualidade, estresse e tensão podem causar tanto bruxismo quanto dor de cabeça, disse Calderaro.
Em geral, problemas de visão não provocam dor de cabeça. O motivo mais comum em crianças nesse caso é a enxaqueca, não desvios oftalmológicos. Muitas pessoas também confundem enxaqueca com distúrbios no fígado e, antigamente, algumas até tiravam a vesícula para melhorar.
Para evitar uma crise de dor de cabeça, é preciso ficar atento a potenciais desencadeadores, como TPM, mas isso não é o principal. Levar uma vida saudável, praticar atividade física, evitar longos períodos de jejum, ter uma boa noite de sono, dieta balanceada, manter o peso e evitar o estresse têm um efeito maior.
Pressão alta em uma crise ocorre porque o corpo sente dor, não por ser especificamente na cabeça. Às vezes, picos muito altos de pressão podem desencadear dor de cabeça, mas várias pessoas hipertensas – que não sabem do problema – acham que isso só ocorre no momento da crise.
A primeira é um sintoma da segunda, que também pode vir acompanhada de enjoo, vômito, sensibilidade a luz e barulho.
Tossir, pisar no chão, balançar a cabeça e fazer outros exercícios físicos costumam piorar a enxaqueca. E um quinto dos pacientes vê pontos luminosos, imagens borradas e tem formigamento.
na maioria das vezes o diagnóstico é clínico e não necessita de exames complexos. Ele explicou, ainda, que muitos indivíduos só melhoram das crises depois de vomitar, mas essa não é uma saída recomendada, pois pode desencadear problemas no aparelho gastrointestinal. Não existe uma pílula milagrosa contra enxaqueca, destacou o médico. O que está disponível atualmente é um tratamento para reduzir os sintomas.
Bruxismo, ou ranger de dentes, pode eventualmente levar à dor de cabeça. E um sono de má qualidade, estresse e tensão podem causar tanto bruxismo quanto dor de cabeça, disse Calderaro.
Em geral, problemas de visão não provocam dor de cabeça. O motivo mais comum em crianças nesse caso é a enxaqueca, não desvios oftalmológicos. Muitas pessoas também confundem enxaqueca com distúrbios no fígado e, antigamente, algumas até tiravam a vesícula para melhorar.
Para evitar uma crise de dor de cabeça, é preciso ficar atento a potenciais desencadeadores, como TPM, mas isso não é o principal. Levar uma vida saudável, praticar atividade física, evitar longos períodos de jejum, ter uma boa noite de sono, dieta balanceada, manter o peso e evitar o estresse têm um efeito maior.
Pressão alta em uma crise ocorre porque o corpo sente dor, não por ser especificamente na cabeça. Às vezes, picos muito altos de pressão podem desencadear dor de cabeça, mas várias pessoas hipertensas – que não sabem do problema – acham que isso só ocorre no momento da crise.
Celebridades
Faltando menos de 48 horas para o casamento do príncipe William com Kate Middleton, Londres já está inundada de turistas das mais diferentes partes do mundo. O centro da cidade, que normalmente recebe 600 mil visitantes por dia, ficou ainda mais congestionado nesta quarta-feira (27), sobretudo na área da Abadia de Westminster, onde será celebrada a união real.
Boda real: confira detalhes do casamento de William e Kate
Terra transmite ao vivo casamento do príncipe William e Kate
As autoridades locais estimam que cerca de 1,5 milhão de pessoas devem comparecer à região para tentar acompanhar de perto a passagem dos noivos no caminho entre a abadia e o Palácio de Buckingham. Por isso, conseguir um bom lugar para assistir ao evento será uma missão quase impossível.
Alguns fãs da realeza britânica se anteciparam e já estão acampados na porta da igreja, em uma cena típica de grandes shows ou festivais de música. Os primeiros turistas chegaram na noite de ontem com barracas, sacos de dormir e cadeiras de praia. Assim que as emissoras de televisão britânicas mostraram as imagens, outras dezenas de pessoas se dirigiram ao local. No início da tarde de hoje, já eram cerca de 60 pessoas que armaram acampamento na calçada para garantir um bom lugar na cerimônia da próxima sexta-feira (29).
Algumas delas vieram de muito longe, como a escritora canadense Sheree Zielke, que mora em Edmonton, no Canadá. Sheree percorreu quase sete mil quilômetros apenas para acompanhar o casamento real. A escritora chegou a Londres na segunda-feira passada (25) e estava hospedada em um hotel da cidade.
"Eu não pretendia ficar acampada aqui, mas quando vi na televisão que as pessoas já estavam se posicionando, decidi mudar de tática para garantir um bom lugar", revela. Ao contrário dos outros acampados, a canadense chegou despreparada para sua "vigilia". "Não trouxe barraca, saco de dormir, nada. Vou ter que pedir para alguém dividir sua barraca comigo", brinca.
Mas por que alguém se dispõe a deixar sua casa para dormir no meio da rua, enfrentando o frio da noite londrina? "Essa é uma oportunidade única na vida. Acho que será um evento ainda maior que o casamento do príncipe Charles com a princesa Diana. E, no final das contas, eu tenho 55 anos de idade. Quando terei a oportunidade de fazer isso de novo?", pondera Sheree afirmando ainda que "sempre gostei de fazer coisas malucas e, por isso, estou aqui".
A estudante inglesa Jenna Freeman tentou acampar na porta do Palácio de Buckingham, "mas a polícia não deixou, por isso viemos para cá". Ao lado da mãe, Jenina Freeman, a jovem conta que decidiu dormir na rua para guardar lugar logo que William e Kate anunciaram o casamento, há cerca de seis meses.
As duas chegaram bem preparadas para enfrentar as noites ao relento. Trouxeram travesseiros, sacos de dormir, comida e até garrafas de champagne para celebrar a união real. A única preocupação da estudante é a possibilidade de chuva no dia do casamento, que está sendo antecipada pela previsão do tempo. "Espero que os meteorologistas estejam errados", diz. No entanto, a mãe da garota, Jenina, logo retruca: "Mas também se chover não tem problema. Nós somos inglesas, estamos acostumadas com tempo feio e chuvoso".
Para muita gente, o acampamento na porta da Abadia de Westminster pode ser considerado uma verdadeira loucura desnecessária. No entanto, mãe e filha afirmam que "esse é um grande momento para a Inglaterra, temos que participar. E são só duas noites na rua. Um pequeno sacrifício para ver esses dois lindos jovens se casando", rebatem.
Boda real: confira detalhes do casamento de William e Kate
Terra transmite ao vivo casamento do príncipe William e Kate
As autoridades locais estimam que cerca de 1,5 milhão de pessoas devem comparecer à região para tentar acompanhar de perto a passagem dos noivos no caminho entre a abadia e o Palácio de Buckingham. Por isso, conseguir um bom lugar para assistir ao evento será uma missão quase impossível.
Alguns fãs da realeza britânica se anteciparam e já estão acampados na porta da igreja, em uma cena típica de grandes shows ou festivais de música. Os primeiros turistas chegaram na noite de ontem com barracas, sacos de dormir e cadeiras de praia. Assim que as emissoras de televisão britânicas mostraram as imagens, outras dezenas de pessoas se dirigiram ao local. No início da tarde de hoje, já eram cerca de 60 pessoas que armaram acampamento na calçada para garantir um bom lugar na cerimônia da próxima sexta-feira (29).
Algumas delas vieram de muito longe, como a escritora canadense Sheree Zielke, que mora em Edmonton, no Canadá. Sheree percorreu quase sete mil quilômetros apenas para acompanhar o casamento real. A escritora chegou a Londres na segunda-feira passada (25) e estava hospedada em um hotel da cidade.
"Eu não pretendia ficar acampada aqui, mas quando vi na televisão que as pessoas já estavam se posicionando, decidi mudar de tática para garantir um bom lugar", revela. Ao contrário dos outros acampados, a canadense chegou despreparada para sua "vigilia". "Não trouxe barraca, saco de dormir, nada. Vou ter que pedir para alguém dividir sua barraca comigo", brinca.
Mas por que alguém se dispõe a deixar sua casa para dormir no meio da rua, enfrentando o frio da noite londrina? "Essa é uma oportunidade única na vida. Acho que será um evento ainda maior que o casamento do príncipe Charles com a princesa Diana. E, no final das contas, eu tenho 55 anos de idade. Quando terei a oportunidade de fazer isso de novo?", pondera Sheree afirmando ainda que "sempre gostei de fazer coisas malucas e, por isso, estou aqui".
A estudante inglesa Jenna Freeman tentou acampar na porta do Palácio de Buckingham, "mas a polícia não deixou, por isso viemos para cá". Ao lado da mãe, Jenina Freeman, a jovem conta que decidiu dormir na rua para guardar lugar logo que William e Kate anunciaram o casamento, há cerca de seis meses.
As duas chegaram bem preparadas para enfrentar as noites ao relento. Trouxeram travesseiros, sacos de dormir, comida e até garrafas de champagne para celebrar a união real. A única preocupação da estudante é a possibilidade de chuva no dia do casamento, que está sendo antecipada pela previsão do tempo. "Espero que os meteorologistas estejam errados", diz. No entanto, a mãe da garota, Jenina, logo retruca: "Mas também se chover não tem problema. Nós somos inglesas, estamos acostumadas com tempo feio e chuvoso".
Para muita gente, o acampamento na porta da Abadia de Westminster pode ser considerado uma verdadeira loucura desnecessária. No entanto, mãe e filha afirmam que "esse é um grande momento para a Inglaterra, temos que participar. E são só duas noites na rua. Um pequeno sacrifício para ver esses dois lindos jovens se casando", rebatem.
Superaçao
“Tem gente que coloca a culpa de tudo em Deus, mas Deus não castiga, não dá a doença, ele dá a cura”. Esta frase resume em poucas palavras a vida de Cíntia Floriano, que aos 24 anos pode dizer que nasceu novamente. Tudo começou aos 21 anos de idade com o surgimento de alguns nódulos no pescoço. Ela estranhou, mas não chegou a procurar um médico, já que os “nozinhos” não cresceram. A situação mudou depois de duas semanas. O que parecia ser algo normal apresentou um grande crescimento e tomou conta de todo o pescoço. Depois de um longo período de biópsias e exames, o problema foi diagnosticado: um linfoma. “No começo, os médicos não conseguiram descobrir o que era. Trataram até como tuberculose. Cheguei a perder 20 quilos em uma semana. Foi quase um ano de sofrimento até que chegassem ao resultado final”, relata Cintia. As marcas das biopsias que precisaram ser realizadas ainda permanecem como lembrança em todo o pescoço da jovem.
O linfoma é uma espécie de câncer que atinge o sistema linfático do organismo. Quanto mais precoce for diagnosticado, melhor a possibilidade de cura. O tratamento é agressivo e tem na quimioterapia a sua melhor aliada. “Com o resultado eu comecei o tratamento em Criciúma. O pior eram os efeitos colaterais. Tontura, vômitos, enjoos. Mas eu não desistia. Sempre segui em frente. Eu encarava oito horas de quimioterapia, chegava em casa e ainda fazia todos os trabalhos domésticos. Só depois de três dias que os sintomas apareciam. Aí ficava mais de uma semana de cama”, diz.
Ao todo foram mais de 30 seções. O choque maior veio com a perda dos cabelos. “As pessoas diziam para eu raspar, mas eu não quis. Acho que o choque foi ainda maior. Cada vez que eu penteava os cabelos caia um monte e eu sempre chorava”. A solução encontrada pelos médicos para acabar com a doença seria a realização de um transplante de medula em Florianópolis. O tratamento do linfoma seria a parte mais dolorosa.
“Eles tiraram o líquido ‘bom’ da minha medula e congelaram. Fizeram todo um tratamento para que ela ficasse sadia e pudesse ser reimplantada em mim. Durante três meses até o transplante, eu realizei quatro seções de uma quimioterapia muito forte para eliminar a doença do meu corpo. Os efeitos colaterais foram ainda maiores. Não conseguia comer. Toda a mucosa da boca ficou machucada, língua e tudo mais. Foi um sofrimento que às vezes eu chegava a pensar que ia morrer, mas lembrava da minha família e lutava ainda mais”, conta Cintia. O tão esperado transplante foi realizado no dia 21 de maio do ano passado.
O marido Geraldo, com quem está casada há 10 anos, e a filha Ranya de sete, foram o principal ponto de apoio. “Meu esposo nunca me abandonou e continua comigo até hoje. Os médicos me falavam que muitas pessoas abandonam as mulheres quando elas ficam doentes. Mas ele não. Na hora em que eu mais precisei, ele estava comigo. Às vezes chegava no hospital e fazia várias brincadeiras para eu rir. Era bom, porque se eu entrasse em depressão, a doença vinha ainda com mais força”, conta com o sorriso no rosto.
Depois do transplante, foram 40 dias no Hospital Celso Ramos em Florianópolis, sendo que 20 deles usando fraldas. “Eu virei um bebê novamente. Só comia sopinha, usava fraldas, e precisei fazer todas as vacinas que as crianças pequenas precisam para dar imunidade às doenças. No hospital não queria mostrar que estava doente, precisava dizer que estava forte para ganhar alta. Ia ao banheiro sozinha, tinha que me virar, mas sempre acabava desmaiando”.
A esperada alta não vinha devido aos problemas na boca que não melhoravam. Até que um dos médicos sugeriu o tratamento em casa, já que demoraria algum tempo para que fosse totalmente cicatrizada a mucosa bucal. “Em casa, eu fiquei mais um mês comendo sopa. Minha mãe chorava, eu chorava. Mas graças a Deus fui melhorando”, afirma.
Depois de mais de um ano do procedimento, ainda é necessário um controle mensal em Florianópolis com consultas e exames que precisam ser refeitos para garantir que a saúde continue em dia. “Muitas das minhas amigas de hospital faleceram. E com outras eu mantenho contato até hoje. O engraçado é que a gente tem medo se telefonar. Principalmente de ligar e saber que uma delas morreu”, comenta.
A vida hoje é praticamente normal. A filha é uma das que mais ajuda, e a doença fez com que ficasse ainda mais apegada à mãe. “Ela é o meu socorro. Se sabe que estou com alguma dor, ou algo parecido, sai na rua pedindo ajuda”.
A casa simples que esconde uma verdadeira guerreira aos poucos vai voltando ao que era antes. “Com o transplante eu revivi. Às vezes as pessoas falam que não aguentam mais a vida, que querem se matar. Mas não sabem o que estão dizendo. Para quer ser nervosa e estressada? A gente tem que pensar que existe coisa muito pior. Só quem passa por uma coisa dessas sabe. E é tão bom viver”.
O linfoma é uma espécie de câncer que atinge o sistema linfático do organismo. Quanto mais precoce for diagnosticado, melhor a possibilidade de cura. O tratamento é agressivo e tem na quimioterapia a sua melhor aliada. “Com o resultado eu comecei o tratamento em Criciúma. O pior eram os efeitos colaterais. Tontura, vômitos, enjoos. Mas eu não desistia. Sempre segui em frente. Eu encarava oito horas de quimioterapia, chegava em casa e ainda fazia todos os trabalhos domésticos. Só depois de três dias que os sintomas apareciam. Aí ficava mais de uma semana de cama”, diz.
Ao todo foram mais de 30 seções. O choque maior veio com a perda dos cabelos. “As pessoas diziam para eu raspar, mas eu não quis. Acho que o choque foi ainda maior. Cada vez que eu penteava os cabelos caia um monte e eu sempre chorava”. A solução encontrada pelos médicos para acabar com a doença seria a realização de um transplante de medula em Florianópolis. O tratamento do linfoma seria a parte mais dolorosa.
“Eles tiraram o líquido ‘bom’ da minha medula e congelaram. Fizeram todo um tratamento para que ela ficasse sadia e pudesse ser reimplantada em mim. Durante três meses até o transplante, eu realizei quatro seções de uma quimioterapia muito forte para eliminar a doença do meu corpo. Os efeitos colaterais foram ainda maiores. Não conseguia comer. Toda a mucosa da boca ficou machucada, língua e tudo mais. Foi um sofrimento que às vezes eu chegava a pensar que ia morrer, mas lembrava da minha família e lutava ainda mais”, conta Cintia. O tão esperado transplante foi realizado no dia 21 de maio do ano passado.
O marido Geraldo, com quem está casada há 10 anos, e a filha Ranya de sete, foram o principal ponto de apoio. “Meu esposo nunca me abandonou e continua comigo até hoje. Os médicos me falavam que muitas pessoas abandonam as mulheres quando elas ficam doentes. Mas ele não. Na hora em que eu mais precisei, ele estava comigo. Às vezes chegava no hospital e fazia várias brincadeiras para eu rir. Era bom, porque se eu entrasse em depressão, a doença vinha ainda com mais força”, conta com o sorriso no rosto.
Depois do transplante, foram 40 dias no Hospital Celso Ramos em Florianópolis, sendo que 20 deles usando fraldas. “Eu virei um bebê novamente. Só comia sopinha, usava fraldas, e precisei fazer todas as vacinas que as crianças pequenas precisam para dar imunidade às doenças. No hospital não queria mostrar que estava doente, precisava dizer que estava forte para ganhar alta. Ia ao banheiro sozinha, tinha que me virar, mas sempre acabava desmaiando”.
A esperada alta não vinha devido aos problemas na boca que não melhoravam. Até que um dos médicos sugeriu o tratamento em casa, já que demoraria algum tempo para que fosse totalmente cicatrizada a mucosa bucal. “Em casa, eu fiquei mais um mês comendo sopa. Minha mãe chorava, eu chorava. Mas graças a Deus fui melhorando”, afirma.
Depois de mais de um ano do procedimento, ainda é necessário um controle mensal em Florianópolis com consultas e exames que precisam ser refeitos para garantir que a saúde continue em dia. “Muitas das minhas amigas de hospital faleceram. E com outras eu mantenho contato até hoje. O engraçado é que a gente tem medo se telefonar. Principalmente de ligar e saber que uma delas morreu”, comenta.
A vida hoje é praticamente normal. A filha é uma das que mais ajuda, e a doença fez com que ficasse ainda mais apegada à mãe. “Ela é o meu socorro. Se sabe que estou com alguma dor, ou algo parecido, sai na rua pedindo ajuda”.
A casa simples que esconde uma verdadeira guerreira aos poucos vai voltando ao que era antes. “Com o transplante eu revivi. Às vezes as pessoas falam que não aguentam mais a vida, que querem se matar. Mas não sabem o que estão dizendo. Para quer ser nervosa e estressada? A gente tem que pensar que existe coisa muito pior. Só quem passa por uma coisa dessas sabe. E é tão bom viver”.
Educaçao
Verbo é o nome dado à classe gramatical que designa uma ocorrência ou situação. É uma das duas classes gramaticais nucleares do idioma, sendo a outra o substantivo. É o verbo que determina o tipo do predicado, que pode ser predicado verbal, nominal ou verbo-nominal. O verbo pode designar ação, estado ou fenômeno da natureza.
Definem-se os verbos tradicionalmente como as palavras que indicam ação, estado ou fenômeno da natureza. Podem ser divididos das seguintes formas e verbos não são apenas ações, são tambem usado para ligar o sujeito do predicativo.
Advérbio é a classe gramatical das palavras que modificam um verbo ou um adjetivo ou um outro advérbio. Nunca modificam um substantivo. É a palavra invariável que indica as circunstâncias em que ocorre a ação verbal.
Definem-se os verbos tradicionalmente como as palavras que indicam ação, estado ou fenômeno da natureza. Podem ser divididos das seguintes formas e verbos não são apenas ações, são tambem usado para ligar o sujeito do predicativo.
Advérbio é a classe gramatical das palavras que modificam um verbo ou um adjetivo ou um outro advérbio. Nunca modificam um substantivo. É a palavra invariável que indica as circunstâncias em que ocorre a ação verbal.
Moda
Moda é a tendência da atualidade. A moda é feita de diversos estilos que podem serem influenciados sob vários jeito. Acompanha o vestuário e o tempo, que se faz ao simples uso das roupas no dia-a-dia. É uma forma passageira e facilmente adquirida de se comportar e, sobretudo de se vestir ou pentear.
A moda nos faz ao mundo único das celebridades. Vestidos deslumbrantes, costureiros famosos, tecidos. Mas como forma de se diferenciar em vários aspectos como sociais, religiosos, estéticos, místicos ou simplesmente para se diferenciar individualmente.
A moda passou por várias transformações, muitas vezes seguindo as mudanças físicas e principalmente sociais.Para criar estilo, o figurinista utilizam de cinco elementos básicos: a cor, a silhueta, o caimento, a textura e a harmonia.
A moda é como um fenômeno sociocultural que tem os valores da sociedade - usos, hábitos e costumes - em um determinado momento. Já o estilismo e o design são elementos integrantes do conceito moda, cada qual com os seus papéis bem definidos.
A moda é um sistema que acompanha o vestuário e o tempo, que faz o simples uso das roupas no dia-a-dia a um contexto maior, político, social, sociológico. Pode-se ver a moda naquilo que se escolhe de manhã para vestir. A cada dia que passa o mundo da moda vem se superando as pessoas, com cores vivas, tendências novas, cortes inusitados e inovadores. A moda da aos que seguem uma tendência sempre inovadora e ousada. Ela é abordada sempre, encaixa em qualquer assunto e é sempre um meio de inspiração aos que a seguem.
Adolescencia
Adolescência é a fase do desenvolvimento humano que marca as etapas entre a infância e a fase adulta. Com isso essa fase passa por alterações em diversas formas - física mental e social - e representa para nos um processo de rejeita mento de formas de comportamento típicos da infância e de nossas de características e responsabilidades que nos capacitem a assumir os deveres e papéis sociais
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